Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e a democratização da comunicação.

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“Liberdade, liberdade!
Abra as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz…”

 

É fato que estamos muito aquém desta dita igualdade, ainda mais em um país tão cheio de desigualdades como o nosso. Também é fato que, em pleno ano de 2018, ainda existem países onde a liberdade de imprensa e de expressão são direitos negados e que muitos povos ainda sofrem com a imposição da mudez advinda da censura.

Fotos: Marcelo Lélis

 

Contudo, a liberdade de imprensa nos permitiu alcançar um substantivo feminino que nos ajuda nessa busca por igualdade. Substantivo este que nos permite expressar aquilo que sentimos, com que concordamos (ou não), aquilo que nos revolta e, acima de tudo, aquilo que de alguma forma queremos mudar. Falamos da voz.

Fotos: Márcio Nagano

A liberdade de imprensa nos permitiu democratizar a comunicação! Sua força desempenha um papel de extrema importância no Estado Democrático de Direito, tendo em vista que ela aumenta o acesso à informação e propicia o debate e a troca de conhecimento entre as pessoas.

Fotos: Thiago Gomes

Esse processo de democratização da comunicação é parte da Secretaria de Estado de Comunicação há bastante tempo. É um processo vivenciado de uma forma simples e humana, não somente por conta dos conteúdos produzidos, que buscam relatar a verdade dos fatos, mas pelo impacto real das ações aqui desenvolvidas e que ajudam a transformar a vida das pessoas.

Levar a educomunicação a todas as regiões paraenses. Este é um dos objetivos do Projeto Biizu, da Secom. Foto: Rodolfo Oliveira / Agência Pará

Este processo é vivenciado em nossos projetos, voltados aos profissionais de imprensa, aos estudantes e a todos que carregam consigo o desejo de transformar o mundo por meio da voz. Nesse contexto podemos citar o projeto Biizu, o Publicom, nossas mídias sociais e tantas outras ações que, ao longo dos últimos anos, deram voz ao cidadão.

Parte da equipe da Secom no edição do Publicom que encerrou 2017.

Orgulha-nos alimentar essa liberdade e impulsionar tantas vozes coletivas, pois acreditamos que este é o caminho certo a seguir. E agora, que temos a voz como instrumento, nos resta perseguir a tão sonhada igualdade.

“Que voz da igualdade seja sempre a nossa voz…”.

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O artigo desta semana foi feito pelo nosso convidado da semana, o Diretor de Comunicação Popular e Regional Rodolpho Moraes, da Secretaria de Estado de Comunicação do Pará.