Encontro alinha ações de comunicação do governo do Pará

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Assessores de comunicação de secretarias, órgãos, fundações, empresas e outras instituições ligadas à equipe do governo do Estado se reuniram hoje pela manhã no auditório da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefa) para alinhar ações e diretrizes voltadas à gestão estratégica da comunicação pública e institucional do Pará.

A reunião, coordenada pelo secretário de Comunicação do Estado do Pará, Daniel Nardin, apresentou o novo modelo do Sistema Integrado de Comunicação do Estado do Pará (Sicom), estabelecido por decreto do governador Simão Jatene publicado na última quinta-feira, 2 de fevereiro. Entre outros pontos, o decreto criou mecanismos e estabeleceu rotinas que permitem a gestão e o planejamento de um esforço integrado das ações de comunicação no Estado, tendo a Secretaria de Comunicação do Estado do Pará (Secom) como órgão coordenador.

“Dentro de uma política que prevê ações estratégicas do governo para a agenda Pará Sustentável, que congrega os programas Pará Social, Pará Ambiental e Pará 2030, o Sistema Integrado de Comunicação nos dá mais instrumentalidade para um modelo de comunicação feito de forma mais estratégica e buscando um maior engajamento do cidadão”, defendeu no encontro Daniel Nardin. “Tudo isso para evitarmos um panorama de comunicação dispersa, com campanhas isoladas e sem linguagem única frente ao desafio de se massificar as mensagens do governo do Pará”.

O Sicom agora congrega as ações de comunicação 90 instituições do governo do Pará, num cenário de novos desafios e oportunidades gerados pelo avanço das redes sociais, por novas relações com os veículos de comunicação de massa e pela crescente necessidade de se produzir mais conteúdo de qualidade que proporcione mais interatividade e acesso a serviços públicos e políticas voltados ao cidadão.

“Com a Carta de Macapá, pela primeira vez se colocou na mesa de discussão dos governos os desafios da comunicação institucional pública dos estados. Assim, a gestão de comunicação passa a fazer parte do centro das decisões estratégicas que podem auxiliar políticas públicas”, avaliou Daniel Nardin.